Excesso extremo de proteínas pode derrubar testosterona em até 30%, alerta estudo

por Aloísio Moreira

Uma metanálise publicada na revista Nutrição e Saúde revelou que dietas com ingestão diária acima de 3,4 g de proteína por quilo de peso corporal — valor raramente atingido fora de regimes extremos — podem reduzir os níveis de testosterona masculina em até 30%.

O estudo explica que a queda hormonal ocorre apenas em consumos extraordinariamente altos, muito acima das recomendações para atletas (1,8 a 3,0 g/kg), consideradas seguras e benéficas para o desenvolvimento muscular e equilíbrio metabólico.

Especialistas destacam que a maioria da população consome em média 1,3 g/kg, bem distante da “zona de risco”. Mesmo fisiculturistas competitivos dificilmente ultrapassam 3 g/kg. Os efeitos negativos aparecem principalmente em dietas extremas, que combinam excesso de proteína com baixa ingestão de carboidratos, situação incomum até entre atletas.

Em resumo, a pesquisa conclui que mais proteína não significa mais benefícios: o risco de queda de testosterona só preocupa em práticas nutricionais muito restritivas, sem impacto para quem segue recomendações usuais de alimentação.

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Redação

Com informações revista Nutrição e Saúde / Gazeta Brasil

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