Em análise detalhada dos impactos dos governos Bolsonaro (2019–2022) e Lula (2023–2026) sobre a verdadeira engrenagem econômica da região — a cafeicultura de montanha, o agronegócio, o livre mercado —, fica evidente que, mesmo reconhecendo aportes pontuais do atual Planalto em obras urbanas, foi sob o comando do capitão que o setor produtivo manhuaçuense encontrou identificação, segurança jurídica e socorro vital na maior crise do século; o petismo, ao contrário, se distanciou da classe produtora, travou o Contorno da BR-262 e trata o café com desconfiança ideológica. A cinco dias do segundo turno, a escolha do eleitor de Manhuaçu não é entre dois candidatos — é entre dois Brasis
Por Redação ACM Notícias Publicado em 20 de outubro de 2026
Há perguntas que não se respondem com pesquisas de opinião. Respondem-se caminhando pelas ruas, entrando nas cooperativas, sentando à mesa com quem planta, colhe, beneficia e exporta. E quando se faz isso em Manhuaçu — e em toda a Zona da Mata mineira —, a resposta a uma das questões mais decisivas deste ano eleitoral surge com a clareza de quem vive na pele as consequências de cada governo federal:
Qual governo foi melhor para a cidade — o de Jair Bolsonaro (2019–2022) ou o de Luiz Inácio Lula da Silva (2023–presente)?
A pergunta parece simples, mas exige honestidade intelectual para ser respondida. Exige que se reconheça, de partida, uma verdade que a grande imprensa insiste em ignorar: Manhuaçu não é São Paulo. Manhuaçu não é Brasília. Manhuaçu é uma cidade do café.
E qualquer análise séria sobre os impactos dos governos federais sobre a região precisa passar, obrigatoriamente, por essa lente. Quem não compreende isso, não compreende Manhuaçu.
A vocação que define uma cidade
Antes de comparar governos, é preciso compreender a cidade.
Manhuaçu, com seus pouco mais de 90 mil habitantes, não é uma metrópole industrial. Não é um polo tecnológico. Não é um centro financeiro. Não vive de serviços terciários sofisticados nem de indústrias de transformação. Vive do café.
A cafeicultura de montanha — aquela que exige esforço redobrado, que desafia a topografia acidentada, que transforma encostas íngremes em riqueza — é a verdadeira engrenagem econômica da região. São centenas de famílias produtoras, cooperativas tradicionais, armazéns gerais, beneficiadoras, exportadoras. É do campo que vem o dinheiro que gira o comércio local, que sustenta os empregos urbanos, que movimenta o setor de serviços, que paga os impostos municipais.
Quando o café vai bem, Manhuaçu vai bem. Quando o café vai mal, a cidade inteira sente o impacto.
Essa não é uma afirmação retórica. É realidade mensurável: o PIB municipal, a arrecadação de ISS e ICMS, o movimento do comércio varejista, a geração de empregos — todos esses indicadores oscilam em sincronia com as safras, com os preços da saca na bolsa de Nova York, com as políticas federais de crédito rural e desburocratização do campo.
Portanto, quando se pergunta qual governo foi melhor para Manhuaçu, a pergunta correta é: qual governo foi melhor para o café?
E a resposta, como se demonstrará a seguir, é inequívoca.
O governo Bolsonaro: governar sob a tempestade — e não naufragar
É impossível avaliar o governo Jair Bolsonaro sem considerar o contexto em que ele governou. Ele assumiu o Palácio do Planalto em janeiro de 2019 e, pouco mais de um ano depois, enfrentou a maior crise sanitária e econômica do século — a pandemia da Covid-19. Governou sob regras rígidas de teto de gastos, herdadas do governo anterior, e sob uma pressão internacional sem precedentes.
Foi, portanto, um governo de resistência, não de bonança. E, mesmo sob essa tempestade, entregou para Manhuaçu resultados que o atual governo, em cenário de paz sanitária e com orçamento expandido, não conseguiu igualar.
Onde Bolsonaro foi decisivo para Manhuaçu
1. Alinhamento ideológico e político com a vocação cafeeira
Para a cafeicultura de montanha, o período Bolsonaro foi de forte valorização — não apenas simbólica, mas concreta. O Funcafé operou em níveis recordes de liberação de recursos. As cooperativas de crédito locais — fundamentais para o financiamento da lavoura em uma região onde o pequeno e médio produtor dependem de crédito acessível — foram fortalecidas. Houve desburocratização sistemática no campo, com redução de exigências burocráticas para acesso a insumos, defensivos e maquinário.
O produtor manhuaçu sentiu, na prática, o que é ter um governo federal alinhado com sua vocação. Não foi apenas uma questão de afinidade ideológica — foi uma questão de política pública concreta. O crédito rural fluiu com mais agilidade, a burocracia diminuiu, e o cafeicultor pôde investir com segurança jurídica.
Essa segurança jurídica é um ativo invisível, mas mensurável: é a diferença entre o produtor que planta sabendo que o governo não vai mudar as regras no meio do jogo e o produtor que planta com medo de novas regulamentações, novas taxações, novas interferências.
2. Socorro vital na pandemia
Quando a pandemia chegou e o sistema de saúde regional ameaçou colapsar, foi o governo federal que custeou leitos de UTI no Hospital César Leite (HCL) — referência para toda a microrregião de Manhuaçu — e fez os repasses extraordinários de saúde que evitaram o pior. Os municípios da Zona da Mata, incluindo Manhuaçu, receberam recursos emergenciais que mantiveram a rede regional de pé nos momentos mais críticos.
Sem esse socorro federal, o colapso hospitalar teria sido inevitável — e o custo humano seria incalculável. Não se trata de opinião: trata-se de fato histórico documentado.
3. Comércio sustentado pelo Auxílio Emergencial
A injeção do Auxílio Emergencial — e, posteriormente, do Auxílio Brasil a R$ 600 — manteve o comércio varejista e o setor de serviços de Manhuaçu aquecidos nos momentos em que a colheita ou o comércio tradicional sofriam restrições sanitárias. Foi um colchão financeiro que impediu a quebra de milhares de pequenos comerciantes da cidade.
O dinheiro do Auxílio não foi assistencialismo: foi oxigênio econômico para uma cidade que vive do comércio local abastecido pela renda do campo.
4. Concessão da BR-116: o modelo que funcionou
O governo Bolsonaro estruturou o leilão da BR-116 no trecho que passa pela região — a concessão EcoRioMinas, que transferiu os investimentos pesados de manutenção e duplicação para a iniciativa privada no trecho de Realeza. Foi uma decisão de modelo: em vez de depender do orçamento público — sempre sujeito a contingenciamentos e prioridades políticas —, o governo apostou na eficiência do setor privado para resolver um gargalo histórico.
Essa é a essência do que a direita brasileira defende: o Estado como indutor, o mercado como executor. E, em Manhuaçu, esse modelo funcionou.
Onde Bolsonaro deixou a desejar
Honestidade intelectual exige reconhecer as lacunas. Devido ao teto de gastos e aos contingenciamentos orçamentários, Manhuaçu não recebeu grandes obras públicas físicas executadas diretamente pelo governo federal. O sonho histórico do Contorno Rodoviário da BR-262 — uma demanda antiga que poderia desafogar o trânsito pesado de caminhões no perímetro urbano — sofreu vetos orçamentários e não avançou como os manhuaçuenses gostariam.
A manutenção básica foi feita, mas as grandes obras estruturantes ficaram pelo caminho. É uma crítica legítima — e que precisa ser registrada.
O governo Lula: obras pontuais, mas um abismo com o setor produtivo
O governo Luiz Inácio Lula da Silva chegou ao poder em janeiro de 2023 em um cenário pós-pandemia, com retorno do investimento público direto via orçamento da União e programas de financiamento como o Novo PAC. A expectativa era de um novo ciclo de obras — e, de fato, algumas vieram.
Mas há um abismo entre entregar obras pontuais e compreender a vocação de uma cidade. E é nesse abismo que o atual governo se perdeu em relação a Manhuaçu.
Onde Lula foi forte para Manhuaçu
1. Saneamento: o Setor 4 do SAAE
Houve a liberação direta de recursos estruturantes a fundo perdido para Manhuaçu. O maior exemplo é a obra do Setor 4 do SAAE — mais de R$ 6,5 milhões via Novo PAC – Água para Todos —, uma demanda histórica de quase três décadas que beneficia as partes altas da cidade.
É uma obra real, concreta, que melhora a vida de milhares de manhuaçuenses. Seria desonesto negar.
2. Atenção primária e telemedicina
O foco na base do SUS contemplou Manhuaçu com uma nova Unidade Básica de Saúde (UBS) e equipamentos de telemedicina pelo PAC Seleções. Houve também apoio ao piso da enfermagem, uma pauta histórica da categoria.
3. Liquidez social via Bolsa Família
A reformulação do Bolsa Família ampliou a renda mínima de famílias em vulnerabilidade — o que, inevitavelmente, se reflete no comércio popular da cidade. O dinheiro do benefício gira nas padarias, nas farmácias, nas lojas de bairro.
Onde Lula deixa a desejar — e muito
1. O abismo com o setor produtivo
Há uma percepção generalizada entre os cafeicultores da região de distanciamento profundo entre as diretrizes federais e os anseios do agronegócio tradicional e dos médios e grandes produtores de Manhuaçu. A classe produtora, que historicamente se identifica com a agenda liberal de desregulamentação, não se sente representada pelo atual governo.
O crédito até chega — via Plano Safra e Funcafé —, mas a sinergia política entre Brasília e o campo manhuaçuense se perdeu. E isso tem impacto concreto: o produtor se sente menos ouvido, menos valorizado, menos compreendido.
Mais do que isso: o atual governo trata o agronegócio com desconfiança ideológica. Discurso oficial, declarações de ministros e pautas legislativas revelam um Planalto que vê o agro não como parceiro, mas como adversário a ser domesticado. Para uma cidade que vive do café, isso é um problema estrutural — não conjuntural.
2. O Contorno da BR-262: o sonho que continua sonho
Embora haja contratos de recapeamento na BR-262, a solução definitiva para o gargalo viário no perímetro urbano de Manhuaçu — o tão sonhado Contorno Rodoviário — segue sem previsão de execução orçamentária de grande porte.
O problema continua. O caminhão continua atravessando o centro da cidade. O engarrafamento continua. A insegurança no trânsito continua. E o governo federal não apresentou uma solução à altura.
Três anos de governo, e o Contorno continua sendo uma promessa — a mesma promessa que se arrasta há décadas.
O comparativo direto: os números não mentem
| Área | Governo Bolsonaro (2019–2022) | Governo Lula (2023–presente) |
|---|---|---|
| Cafeicultura e Agro | ✅ Vantagem clara: forte identificação ideológica, recordes no Funcafé, liberdade econômica no campo, desburocratização, segurança jurídica. | Crédito mantido (Plano Safra/Funcafé), mas menor sinergia política com a classe produtora. Desconfiança ideológica em relação ao agro. |
| Infraestrutura urbana local | Foco em manutenção básica e concessão privada da BR-116. Pouca obra municipal direta. | ✅ Vantagem: aporte direto de peso no município (obra do Setor 4 do SAAE/água potável). |
| Saúde | Foco no suporte emergencial de UTI/leitos (HCL) e combate à pandemia. | ✅ Vantagem na base: nova UBS, teleconsulta e apoio ao piso da enfermagem. |
| Gestão de crise | ✅ Mérito inquestionável: evitou o colapso econômico e hospitalar local durante o ápice da Covid-19. | Beneficiou-se de um ambiente econômico sem as restrições sanitárias mundiais. |
| Logística rodoviária | Concessão da BR-116 à iniciativa privada (EcoRioMinas). | Recapeamentos pontuais, mas Contorno da BR-262 sem avanço real. |
| Comércio e liquidez | Auxílio Emergencial e Auxílio Brasil a R$ 600 sustentaram o varejo na pandemia. | Bolsa Família reformulado mantém liquidez, mas com menor impacto proporcional. |
| Relação com o produtor | ✅ Parceria: governo como aliado do setor produtivo. | ❌ Distanciamento: governo como fiscal ideológico do agro. |
O veredito: a vocação de Manhuaçu pede um governo que a entenda
Se o foco da avaliação for a vocação motriz de Manhuaçu — o agronegócio, o livre mercado, a defesa da cafeicultura em meio à tempestade da pandemia —, o governo Bolsonaro entregou maior identificação, segurança jurídica para o campo e socorro vital no pior momento de saúde da história do município.
O produtor manhuaçuense se sentiu ouvido, respeitado e apoiado. O crédito fluiu, a burocracia diminuiu, e o governo federal atuou como parceiro do setor produtivo — não como seu adversário ideológico.
Por outro lado, se a avaliação for pelo prisma da execução de obras públicas de convênio urbano direto — especialmente saneamento e atenção básica —, o governo Lula, por ter uma visão mais estatista de investimento público (PAC), viabilizou obras físicas pontuais e necessárias para o perímetro urbano da cidade que estavam travadas há anos.
Mas — e este é o ponto crucial que a grande imprensa se recusa a reconhecer — obras de saneamento não pagam o cafeicultor. UBS não colocam café no caminhão. Telemedicina não exportam grãos. Bolsa Família não gera emprego produtivo.
A vocação de Manhuaçu é o campo. E foi no campo que o governo Bolsonaro fez a diferença.
Há uma hierarquia clara nas necessidades de uma cidade como Manhuaçu: primeiro, garante-se que a engrenagem econômica funcione — o café precisa ser plantado, colhido, beneficiado, exportado. Só depois, com a riqueza gerada pelo setor produtivo, é possível financiar obras urbanas, saúde, educação, infraestrutura.
O governo Bolsonaro entendeu essa hierarquia. O governo Lula inverteu a lógica: entrega obras pontuais enquanto desconfia da engrenagem que paga a conta.
O eleitor manhuaçuense já decidiu — e os números confirmam
As pesquisas mais recentes mostram que Minas Gerais deu a Flávio Bolsonaro uma vitória confortável no primeiro turno presidencial — e a região de Manhuaçu acompanhou a tendência estadual com folga. O eleitorado local, majoritariamente conservador, produtor rural e cristão, já fez sua escolha.
A análise comparativa dos dois governos — feita com honestidade intelectual, reconhecendo os méritos de ambos onde eles existem — apenas confirma o que o produtor manhuaçuense já sabia na pele: o governo Bolsonaro foi melhor para a vocação da cidade.
Não se trata de idolatria. Não se trata de negação dos erros. Trata-se de realismo: o campo manhuaçuense floresceu sob Bolsonaro, mesmo sob a tempestade da pandemia. Sob Lula, o campo até recebe crédito — mas se sente órfão de um governo que o compreenda.
O que está em jogo em 25 de outubro — e por que Flávio é a escolha certa para Manhuaçu
O segundo turno das eleições presidenciais, marcado para 25 de outubro, definirá não apenas o próximo presidente da República — mas também os rumos do agronegócio brasileiro para a próxima década. E, para Manhuaçu, essa escolha é existencial.
De um lado, Lula — que tem obras urbanas pontuais no currículo, mas se distanciou do setor produtivo, trata o agro com desconfiança ideológica e não avançou no Contorno da BR-262.
Do outro, Flávio Bolsonaro — que promete retomar a agenda de alinhamento com o campo, desburocratizar o agronegócio, dar continuidade ao modelo de concessões privadas que tirou a BR-116 do abandono e, acima de tudo, compreender a vocação de cidades como Manhuaçu.
Flávio não é apenas o candidato da direita. Para Manhuaçu, ele é o candidato que entende o café. Que sabe que a riqueza da cidade nasce no campo, não em Brasília. Que respeita o produtor rural não como um problema a ser regulado, mas como o motor econômico de toda uma região.
Por que Flávio é a melhor escolha para Manhuaçu
1. Continuidade do modelo que funcionou. Flávio representa a continuidade das políticas que fortaleceram o Funcafé, as cooperativas de crédito e a desburocratização do campo no governo Bolsonaro. O produtor manhuaçuense sabe o que funcionou — e não quer voltar ao modelo de desconfiança ideológica do atual governo.
2. Compromisso com a infraestrutura logística. A pauta do Contorno da BR-262 é histórica para Manhuaçu. Flávio, com sua experiência legislativa e sua articulação política, tem condições reais de destravar essa obra — algo que o governo Lula, em três anos, não conseguiu fazer.
3. Alinhamento com os valores da região. Manhuaçu é conservadora, cristã, produtora. Flávio representa esses valores — não como retórica de campanha, mas como convicção política. O eleitor manhuaçuense se reconhece nele.
4. Coalizão sólida com governadores afins. Flávio conta com o apoio de Cleitinho em Minas Gerais — um governador que conhece a Zona da Mata e suas demandas. Essa articulação estadual-federal é fundamental para destravar obras e recursos para a região.
5. Segurança jurídica para o agro. O compromisso de Flávio com a desregulamentação e a liberdade econômica é o antídoto contra a desconfiança ideológica que marcou o governo Lula. O produtor manhuaçuense precisa de um governo que o deixe trabalhar — e Flávio é esse governo.
A escolha entre dois Brasis
Para Manhuaçu, a escolha de 25 de outubro não é entre dois candidatos. É entre dois Brasis.
O Brasil que entende o café — que respeita o produtor, que desburocratiza o campo, que confia no agronegócio como motor da economia nacional.
Ou o Brasil que desconfia do café — que regula demais, que ideologiza a produção, que trata o agro como adversário.
O eleitor manhuaçuense já decidiu. E a decisão é a única possível para quem conhece a vocação da cidade: Flávio Bolsonaro.
Porque Manhuaçu é do café. E o café precisa de um governo que o entenda.
A ACIAMAR Regional, entidade apoiadora do desenvolvimento econômico regional, incentiva e valoriza o comércio, a indústria, o agronegócio e os prestadores de serviços de Manhuaçu e região, contribuindo para o fortalecimento do empreendedorismo, a valorização dos talentos locais e a geração de oportunidades.
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Por Aloisio Campos – Grupo ACM de Comunicação
Nota de responsabilidade editorial: Esta matéria foi produzida com base em dados oficiais dos governos federal e municipal, em informações publicadas pela imprensa regional e nacional, e em análise comparativa das políticas públicas adotadas pelos governos Bolsonaro (2019–2022) e Lula (2023–presente) sob a ótica da vocação econômica de Manhuaçu. As avaliações são interpretações jornalísticas baseadas no contexto político e produtivo da região. O ACM Notícias reconhece os méritos de ambos os governos em áreas específicas — como as obras de saneamento do atual governo e o socorro emergencial do governo Bolsonaro na pandemia — e ressalta que a soberania das urnas é um princípio fundamental da democracia brasileira. Cabe ao eleitorado, por meio do voto, definir os rumos da representação política no país.



